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10 de dez de 2012

Historia de um Garoto que Gostava de uma Garota...

Esta é a história fictícia de um garoto que gostava de uma garota que só gostava de dinheiro.
história de um garoto que gostava de uma garota



O garoto dançou, porque a garota escolheu quem paga mais. Isto é money no bolso.

Uma garota em pleno século vinte e um conseguiu se manter virgem até hoje.

Embora haja movimentos secretos para acabar com a virgindade logo nos primeirros anos da adolescência, essa garota conseguiu se manter distante dos pretendentes.

Por quê? Than! Como diz seu Siri Gueijo: Dinheiro. Sim, dinheiro é a meta da garota.

Daí, de nada adiantou aquele rapaz galã do fim da rua olhar para ela com aqueles olhos entristecidos, de garoto angelical. Ela pode até ter olhado para ele. Uma vez. Duas. Mas lhe disse "não".
- Quer namorar comigo, gatinha?
- Não.
- Por quê?
- Porque não, ora!
"Que garoto insistente!"

Mas  a garota se livrou enfim do pretendente. Puxa vida! Que dificuldade manter distância de quem pode provocar danos físicos. Morais? Nem tanto! Se ele tivese dinheiro...

Veja bem, grana alta. Nada de um salariozinho no fim do mês. Desses a garota não quer. Afinal, como diz o Sílvio Santos, de gavião, o pedaço dela fica assim ó! Mãozinha pra cima. Dedos esfregando um no outro.

Pelo visto, o menino que frequenta o programa Raul Gil está certo. As mulheres só querem o dinheiro dos homens. A prova disso está aí. Nua e crua.

Se o homem tem dinheiro, não importa a idade. Viu, garotão? Rsrs! De que adianta bancar o gostosão se elas fogem de você? É isso aí!

O véio vai pagar uma nota preta. Vai ter o privilégio de ser o primeiro da vida da garota que você tanto quis. Depois... Ah, depois... Você acha que com milhões na conta bancária ela vai te querer? Para quê? Se cuide, rapaz! Você vai é ficar pra titio.

Senhoras e Senhores! Coincidências são coincidências. Mas esta é uma história de ficção. Nada a ver com a vida real, ou a vida como ela realmente é, nua e crua. A história é uma arte. O autor pode inventá-la de um momento para outro. Foi assim, digitando as letras no teclado, que surgiu esta história meio ingênua, meio maluca.

Portanto, nada de zombar do autor. Está esclarecido?

A vida continua, garotão. Você terá sua vez. Quem sabe?

É isso aí.

Fim

Autor fictício: Amorelindo

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