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8 de jan de 2013

Mokolóton Extraterrestre - Página do livro escrita com Letras Ocultas


Mokolóton Extraterrestre - Você encontrará neste artigo, como curiosidade, a página inicial do livro infantil Mokolóton extraterrestre, escrita com letras trocadas ou ocultas.

Publicamos neste artigo do blog Conta Outra Piada a primeira página do livro infantil Mokolóton Extraterrestre, escrita com letras ocultas.

Mokolóton Extraterrestre


Esse tipo de leitura é bom para exercitar a mente, conforme escrevemos no post Frases com letras trocadas.

Mokolóton Extraterrestre com letras ocultas

A Ch3g4d4 d3 Mokolóton


M4drug4d4 d3 d3z3mbro, t3rç4-f31r4. Mokolóton pous4 su4 3sp4çon4v3 n45 mont4nh45 do Sul d3 M1n45. D35c3 3 olh4 3m volt4, procur4ndo um lug4r p4r4 35cond3r 4 n4v3. Av15t4 um4 c4v3rn4. And4 3m p455o5 l4rgo5, 3ntr4 n3la. D3po15 4 3x4m1n4 4t3nt4m3nt3. Além d3 35p4ço54, 4 c4v3rn4 não t1nh4 morc3go5 n3m v35tíg1o d3 outro 4n1m4l qu3 o 1ncomod455e. Expl1c4ndo m3lhor: d3 4n2m415 zumb1dor3s. Mokolóton é ultr4-53nsív3l.

“E5t3 loc4l s3rv3 p4r4 m3u 35cond3r1jo”, d1553 b41x1nho. D3po15 541 d4 c4v3rn4 3 olh4 p4r4 4 n4v3. E5t4 53 3rgu3 no 4r 4té m415 ou m3no5 4 4ltur4 d3 s3u5 olho5. Ele g1r4 l3nt4m3nt3 4 c4b3ç4. A n4v3, 4comp4nh4ndo o mov1m3nto d3 53u5 olho5, f4z um tr4j3to c1rcul4r, 3ntr4 n4 c4v3rn4 3 pou54 s3m b4rulho.

“Pronto! Agor4 pr3c15o 3xplor4r o loc4l. D35cobr1r como v1v3m 53u5 h4b1t4nt3s 3 d3po15 3nv14r notíc145 4o m3u povo.” Olhou 3m volt4 3 só v1u morro5 3n3gr3c1do5.

Am4nh3c14. O5 pá554ro5 c4nt4v4m n45 árvor35, como 53 53 enss414553m p4r4 4 4pr353nt4ção d3 um conc3rto mu1to h1l4r14nt3: b31j4-flor35, b3m-t3-v15, jur1t15, p4rd415, rol1nh45, m4r1t4c45, 54b1á5, 54nh4ço5... Num4 b4rulh31r4 5ó. El3 5orr1u, 3nc4nt4do com s3u5 mov1m3nto5 n45 árvor35.

S3ntou-53 num4 p3dr4. T1rou um p4cot1nho do bol5o. Abr1u-o 3 l3nt4m3nt3 com14 un5 grão5. Notou qu3 o5 pá554ro5 53 4prox1m4v4m p4r4 com3r 45 c45quinh45 qu3 caí4m no chão. Um4 p4rdoc4 fr4gm3ntou com d1f1culd4d3 3 à5 pr35545 um4 c4sc4 gr4úd4 p4r4 4l1m3nt4r o f1lhot3. D3po15 35t1cou o p3scoço p4r4 o 4l1m3nto c41r d1r3to n4 go3l4 d3l3. S3n51b1l1z4do, Mokolóton 35m4gou un5 grão5 n4 mão 3 o5 jogou 4 3l35. Voar4m todo5. M45 logo volt4r4m 3 com2r4m tudo r4p1d4m3nt3.

Como 53 53u corpo fo553 3lá5t1co, 35t1cou o br4ço 3 p3gou um p4rd4l. O pá55aro 53 d3b4t3u. El3 o h1pnot1zou 3 o 3x4m1nou 4t3nto. Apó5 4lgum t3mpo o r34n1mou. O p4rd4l b4t3u 45 4545 3 voou.

N3554 hor4 do d14 o5 r41o5 do 5ol 41nd4 não 1nc1d3m n4 v3g3t4ção 4bund4nt3. Por 155o, 3l4 p4r3c14 3n3gr3c1d4. Porém, m35mo 4551m, 3l3 p3rc3b3u qu3 3l4 3r4 v3rd3.

Num 54lto g1g4nt3, 35c4lou 4 mont4nh4. D31tou-53 no chão. Com um 1n5trum3nto p4r3c3ndo um b1nóculo, v45culhou 4 3xt3nsão do loc4l. Av15tou um45 c451nh45 lá long3. “D3v3 53r ond3 mor4m o5 h4b1t4nt3es”, p3n5ou. “M45 como 53rão 3l35? S3rá qu3 53 comun1c4m?” Louco por d3scobr1r, d35c3u d4 mont4nh4.

Entrou n4 n4v3 3 montou um p3qu3no robô. O 4ndró1d3 4br1u o5 olho5 3 o cumpr1m3ntou:

- Bom d14, Prínc1p3? Ond3 35t4mo5?

- Bom d14, Dog3. E5t4mo5 no pl4n3t4 T3rr4.

- No pl4n3t4 T3rr4? Uuhu! Então v14j4mo5 mu1to?!

- S1m. f1z3mo5 um4 v14g3m 3xtr4-5ol4r.

- Extr4-5ol4r? Pux4 v1d4! Você não pr3c15ou d3 4jud4?

- Não.

- L333g4l! – Dog3 d3u 4té um pul1nho, d2 4l3gr14. – Como é o pl4n3t4 T3rr4?

- Mu1to bon1to. A5 árvor35 5ão v3rd35. Só t3m um 5ol 3 um4 lu4.

- As árvor35 5ão v3rd35? Só t3m um 5ol 3 um4 lu4?! Então 3st3 pl4n3t4 d3v3 53r l1ndo, Prínc1p3! S3rá qu3 45 p355o45 proj3t4m só um4 sombr4 qu4ndo 4nd4m?

- S1m, porqu3 só um l4do d3l45 é 1lum1n4do p3lo 5ol. E, qu4ndo 3l3 35tá no m31o do mundo, 4 sombr4 d3l4s s3 proj3t4 no pé.


Texto na íntegra:

A Chegada de Mokolóton


Madrugada de dezembro, terça-feira. Mokolóton pousa sua espaçonave nas montanhas do Sul de Minas. Desce e olha em volta, procurando um lugar para esconder a nave. Avista uma caverna. Anda em passos largos, entra nela. Depois a examina atentamente. Além de espaçosa, a caverna não tinha morcegos nem vestígio de outro animal que o incomodasse. Explicando melhor: de animais zumbidores. Mokolóton é ultra-sensível.

“Este local serve para meu esconderijo”, disse baixinho. Depois sai da caverna e olha para a nave. Esta se ergue no ar até mais ou menos a altura de seus olhos. Ele gira lentamente a cabeça. A nave, acompanhando o movimento de seus olhos, faz um trajeto circular, entra na caverna e pousa sem barulho.

“Pronto! Agora preciso explorar o local. Descobrir como vivem seus habitantes e depois enviar notícias ao meu povo.” Olhou em volta e só viu morros enegrecidos.

Amanhecia. Os pássaros cantavam nas árvores, como se se ensaiassem para a apresentação de um concerto muito hilariante: beija-flores, bem-te-vis, pardais, rolinhas, maritacas, sabiás, sanhaços... Numa barulheira só. Ele sorriu, encantado com seus movimentos nas árvores.

Sentou-se numa pedra. Tirou um pacotinho do bolso. Abriu-o e lentamente comia uns grãos. Notou que os pássaros se aproximavam para comer as casquinhas que caíam no chão. Uma pardoca fragmentou com dificuldade e às pressas uma casca graúda para alimentar o filhote. Depois esticou o pescoço, para que o bico ficasse bem acima da cabeça dele. Por fim, soltou o alimento direto na goela dele. Sensibilizado, Mokolóton esmagou uns grãos na mão e os jogou a eles. Voaram todos. Mas logo voltaram e comeram tudo rapidamente.

Como se seu corpo fosse elástico, esticou o braço e pegou um pardal. O pássaro se debateu. Ele o hipnotizou e o examinou atento. Após algum tempo o reanimou. O pardal bateu as asas e voou.

Nessa hora do dia os raios do sol ainda não incidem na vegetação abundante. Por isso, ela parecia enegrecida. Porém, mesmo assim, ele percebeu que ela era verde.

Num salto gigante, escalou a montanha. Deitou-se no chão. Com um instrumento parecendo um binoculo, vasculhou a extensão do local. Avistou umas casinhas lá longe. “Deve ser onde moram os habitantes”, pensou. “Mas como serão eles? Será que se comunicam?” Louco por descobrir, desceu da montanha.

Entrou na nave e montou um pequeno robô. O andróide abriu os olhos e o cumprimentou:

- Bom dia, Príncipe? Onde estamos?

- Bom dia, Doge. Estamos no planeta Terra.

- No planeta Terra? Uuhu! Então, viajamos muito?!

- Sim. Fizemos uma viagem extra-solar.

- Extra-solar!? Puxa vida! Você não precisou de ajuda?

- Não.

- Leeegal! – Doge deu até um pulinho, de alegria. – Como é o planeta Terra?

- Muito bonito. As árvores são verdes. Só tem um sol e uma lua.

- As árvores são verdes? Só tem um sol e uma lua?! Então este planeta deve ser lindo, Príncipe! Será que as pessoas projetam só uma sombra quando andam?

- Sim, porque só um lado delas é iluminado pelo sol. E, quando ele está no meio do mundo, a sombra delas se projeta no pé.

O livro Mokolóton contém o início da história do alienígena Mokolóton, do Planeta Mokon.

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Livro: Mokolóton
Autor: José Guimarães e Silva
Editora Saraiva
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O livro Mokolóton Extraterrestre contém a história completa do primeiro volume do livro Mokolóton Extraterrestre.

Livro infantil Mokolóton Extraterrestre

Livro: Mokolóton Extraterrestre
Categoria: Ficção científica infantil
Autor: José Guimarães
Capa: Juliana Tobar
Editora Freitas Bastos
ISBN: 978-85-7987-064-4
Formato ePUB

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