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18 de abr de 2014

História de um homem que levava surras da mulher

História de um homem que apanhava da mulher.

História de um homem

Essa história não do tipo “Era uma vez”, porque eu fiquei sabendo dela quando ainda era criança e conhecia muito bem as personagens dela. Portanto, tratam-se de pessoas que eu conhecia. No entanto, essa história aconteceu realmente.

Havia um casal que morava em um bairro um pouco distante do bairro em que morávamos, lá em Cuiabá, Capital do Estado de Mato Grosso. Não do Mato Grosso de hoje, dividido, mas sim do Mato Grosso de antigamente, grandão. Com muita floresta, animais e tudo. Com poucas casas e Cuiabá era ainda uma cidade realmente verde.

Pois bem, o Sr. Augustinho era um homem bem baixinho, trabalhador e conversador.

Saía de casa para o trabalho, de manhã cedinho, todos os dias e voltava para casa ao anoitecer, todos os dias.

O Sr. Augustinho era casado com dona Salustiana, uma mulher grandalhona, de fala grossa, que não mandava recados. Quando havia algum desentendimento com alguém ela mesma ia à presença do desentendido, acertar as contas.

A notícia que corria no bairro bairro em que eles moravam e no nosso bairro também era de que o Sr. Augustinho levava surras da mulher. Não eram todos os dias, claro, mas de vez em quando. Ou seja, talvez só quando ele se desentendesse com a forte mulher.

O Sr. Augustinho, não por ter nome terminado por inho, era baixinho também. No entanto, era assim podemos dizer um pouco troncodinho. Ou seja, podemos dizer que ele era um homem assim fortinho.

Então, continuando nossa história, ela levava surras da mulher e pronto. Todo mundo sabia disso, porém ninguém o desmerecia por nada disso. Muito menos à dona Salustiana, que era era senhora considerada de muito respeito pelas pessoas.

O que o Sr. Augustinho fez, entretanto, que o deixou na mídia do boca a boca de nosso povo para o resto de nossa vida foi reagir com dureza à surra da mulher.

Ele não bateu nela, assim como ela fazia com frequência. Ele só deu uma rugida, feito um leão, como a dizer: “Agora ressuscitei a terrível fera que existe em mim”.

Depois disso, dona Salustiana passou a respeitar o Sr. Augustinho e nunca mais bateu nele.

Eles viveram felizes para sempre e todos nós passamos a admirar ainda mais o Se. Augustinho.

E foi assim que essa história aconteceu.

FIM

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Postagem de Amorelindo para o blog Conta Outra Piada

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